A Estrada

Oficina de Criação Teatral e Dança

agosto 1, 2002

facilitadores: Paulo Machado, Daraína Pregnolatto e Julia Pascali público: crianças, jovens, adultos e griôs da comunidade tema: recriação das histórias das matrizes formadoras do povo brasileiro, inspiradas no documentário “O povo brasileiro” sobre a obra de Darcy Ribeiro e das histórias locais.

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Projeto Dancidade

setembro 1, 2002

Projeto Dancidade

Esse projeto começou a ser desenvolvido no Colégio Christovam de Oliveira com uma turma de 7ª série (na época se chamava série).

Tínhamos duas ideias básicas com o projeto:

1 – desenvolver consciência cidadã nos adolescentes envolvidos pois observávamos (já naquela época) que crianças, adolescentes e jovens desconhecem o funcionamento da máquina pública e se tornam presas fáceis da alienação vigente. A partir da investigação do funcionamento desta máquina por meio de visitas e entrevistas a repartições publicas e seus funcionários, a turma elaboraria pequenas esquetes ou outras formas de expressar o conhecimento vivenciado. A turma era dividia em pequenos grupos que se ocupava de cada visita. Dessa forma, visitamos a Prefeitura Municipal de Pirenópolis e conversamos com o Prefeito, visitamos o Fórum de Pirenópolis e conversamos com o Promotor responsável pelo Ministério Público e o Juiz responsável pela Comarca de Pirenópolis, entendendo as diferenças de funções entre eles e por último, nessa primeira etapa, visitamos o Asilo de Idosos, que causou, inclusive, grande impacto nos adolescentes.

Antes da saída a campo, a turma deveria levantar questões a serem observadas em cada local e perguntas a serem feitas a cada autoridade para depois cada grupo se aprofundar em seu próprio tema.

Para se ter uma ideia, a maioria dos adolescentes não sabia o que queria dizer “público” e não sabiam quem pagava o salário de cada um deles.

A saída a campo foi muito rica proveitosa e os adolescentes ficaram muito envolvidos com o tema.

2 – a segunda ideia era começar uma formação prática com os educadores comunitários que começavam a desenvolver essa capacidade nas tardes de convívio promovidas no Quintal da Aldeia. Essa é uma das facetas da pedagogia do Quintal.

Dessa experiência tiramos duas grandes lições: que as escolas públicas são reféns do aprendizado “bancário” (aquele a que Paulo Freire se refere quando o professor “deposita” seu conhecimento na cabeça dos estudantes) e que os jovens tem medo de experiências que os tirem da zona de conforto. O resumo da ópera foi que a diretora nos chamou para dizer que alguns pais reclamaram que seus filhos não estavam fazendo “nada” nessa tal atividade de cidadania e que ela não poderia mantes a atividade. Por “nada” eles entenderam ser “essas coisas de arte”. A frase que ficou para sempre como exemplo do que não queremos com nossa metodologia foi dita por uma das estudantes de 13 anos: “Ah! sabe, daraína, eu adoro as suas aulas, mas eu prefiro as aulas normais. Eu respondi: Sério? E o que é uma aula normal? Veio então a resposta: Ah! essas aulas normais que a gente não precisa pensar…”. Foi o que bastou para confirmarmos que estávamos no caminho certo.

O projeto teve sequência no Quintal da aldeia com um número bem menor de participantes.

 

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Encontro entre grupos de Tradição Oral

outubro 1, 2002

Encontro entre grupos de Tradição Oral

grupos participantes:
Catira – Morenas Catireiras de Pirenópolis, formado por três gerações de mulheres do bairro do Bonfim,
Flor de Babaçu (Brasília) – grupo de pesquisa, vivência e difusão das danças brasileiras formado por 50 brincantes e coordenado por Daraína Pregnolatto e Celso Leal de 1999 a 2003

Deste encontro nasceu a Flor de Pequi – brincadeiras e ritos populares, grupo responsável pelo encantamento da comunidade com as brincadeiras e ritos de tradição oral brasileira – e seu fruto-sede da entidade, o Quintal da Aldeia.

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1o CICLO DE VIVÊNCIAS EDUCATIVAS – “Das mãos ao Cosmos”

setembro 4, 2003

1o CICLO DE VIVÊNCIAS EDUCATIVAS – “Das mãos ao Cosmos”

participantes: 25 crianças, jovens, educadores e pais
tema: Investigação sobre o funcionamento do corpo humano e suas relações com a criação do universo
produtos: dança coral e exposição de desenhos e fotos artesanais em parceria com o IHPE – Instituto Holístico Pirenopolino de Educação e Casa de Estudos.

Esse foi nossa primeira experiência coletiva como Quintal da Aldeia em Pirenópolis GO. Reunimos um grupos de pais, mães e seus filhos e filhas para uma vivência criativa de conteúdos educacionais relacionados nas “grades” curriculares vigentes da época. Como era um grupo transgeracional, crianças bem pequenas a adultos de idades variadas, passando por adolescentes e jovens, definimos os temas conforme interesse desse grupo.

 

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INAUGURAÇÃO DO QUINTAL DA ALDEIA

outubro 4, 2003

Sede da entidade no bairro do Bonfim em Pirenópolis GO. Alugada onde antes funcionava um bar – toda a vizinhança comentou como foi boa a mudança – os jovens protagonistas do bairro, praticantes do Hip Hop, da Capoeira Angola e do Muay Thai logo integraram-se à proposta.

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